Autora da Morada

Cyntia Yamauchi

Psicóloga · CRP 06/131198

Psicóloga clínica, supervisora e autora da Morada da Escuta Fenomenológica. Sua prática reúne clínica, estudo e criação a partir da perspectiva fenomenológica.

Formas aquareladas abertas que se aproximam preservando um intervalo
Entre clínica, estudo e criação, uma prática que permanece aberta.

Percurso

Uma prática construída na demora, no estudo e no encontro.

Cyntia é psicóloga clínica e supervisora com mais de dez anos de experiência.

Trabalha com adultos, idosos, profissionais e estudantes de Psicologia. Sua prática procura compreender a experiência singular de cada pessoa e sustentar um espaço no qual histórias, crenças e modos próprios de estar no mundo possam aparecer sem redução a respostas previamente escolhidas.

Na supervisão clínica, acompanha profissionais na reflexão, no estudo e no desenvolvimento contínuo de sua prática. Na Morada, responde pela direção conceitual, clínica, ética e editorial dos textos, pesquisas e materiais publicados.

Modos de trabalho

Clínica, supervisão e autoria não ocupam lugares separados.

Cada campo devolve perguntas aos demais e mantém o conhecimento em movimento.

01 · Clínica

Escutar sem antecipar

Acompanhar a experiência sem fazer com que teorias, diagnósticos ou recursos cheguem antes da pessoa.

02 · Supervisão

Pensar junto

Criar condições para que dúvidas, impasses e possibilidades da prática possam ser elaborados com rigor e abertura.

03 · Autoria

Dar forma sem encerrar

Transformar estudo e experiência em textos e materiais que sustentem perguntas, sem convertê-los em protocolos.

Da fotografia à Morada

O movimento voltou a partir da imagem.

A Morada começou no cotidiano, enquanto Cyntia fotografava suas filhas.

O estudo da câmera, da luz e do enquadramento abriu perguntas sobre memória, identidade, presença e sobre aquilo que uma imagem pode guardar sem jamais esgotar.

A fotografia a conduziu ao autorretrato como possibilidade de aproximação da própria experiência e, a partir dele, ao reencontro com a formação em Psicologia, os estudos fenomenológicos, a clínica e a supervisão.

Desse percurso nasceram a escrita, os materiais e a própria Morada: não como respostas definitivas, mas como formas provisórias de sustentar perguntas que ainda precisam permanecer vivas.

Como criar recursos para a Psicologia sem fazer com que o recurso chegue antes da pessoa?

Acompanhar a Morada

A autoria permanece ligada ao estudo, à clínica e à responsabilidade pelo que se publica.